29 de nov. de 2011

VIZINHO PERGUNTA: QUEM CUIDA?

"Vizinho Cláudio!!!

Não é somente o lixo que prolifera nos gramados do Pacific, mas é a grama que pede socorro. A cor verde dos canteiros deram lugar a uma cor palha que muito se assemelha as velhas praças abondonadas de POA. Os inços por possuírem raízes mais profundas e serem mais resistentes ocupam os espaços da grama que por suas características (rastejantes) são mais sensíveis a seca. Muitos condôminos tiveram grandes prejuizos nos seus espaços ajardinados em frente a casa. Com todo o calor ocorrido no fim de semana não vi a nova empresa preocupada com a irrigação das plantas. A herança deixada pela empresa anterior foi catastrófica, os gramados e os jardins deverão levar algum tempo para recuperarem Com a situação de abandono até os pets (coitados) estão perdendo seu espaço de corrida e diversão. . Do jeito que a coisa anda uma bagana de cigarro jogado no gramado, beneficiado com aquele ventinho da praia, coloca em risco nosso condomínio virar uma nuvem de fumaça, a exemplo das margens das estradas.."

20 de nov. de 2011

QUEM SUJA? QUEM LIMPA?



RIMAS DE UM "QUASE VERÃO".





Piscina azul rima com céu azul.

Cliente 100% satisfeito e respeitado rima com educação.

Quadra inacabada quase um ano depois da entrega das casas não rima com verão 2011/2012.

Verão rima com Paradouro na beira da praia.

Cheiro de limpeza e lugar agradável rimam com o salão do nosso Clube.

Quantidade de lixeiras não rima com nossas ruas.

Entardecer lindo no final do dia de sábado rima com a vista da nossa varanda.

Motos da segurança não rimam com alta velocidade.

Céu azul e noite estrelada não rimam com vento.

Champanhe com amigos na varanda rima com felicidade.

Sujeira nas ruas não rima com "Residence Club".

Conteiners abarrotados de sujeira sem lona de cobertura não rimam com ventos fortes da nossa restinga.

Embalagens de lanches feitos por fornecedores/trabalhadores rimam com lixo.

Fornecedores e trabalhadores entrando no condomínio rimam com motos da segurança acompanhando até as casas.

Final de semana na praia não rima com trabalho inacabado dentro de casa.

Final de semana na praia não rima com promessas não cumpridas.

Final de semana na praia não rima com stress.

Final de semana na praia não rima com chaves da sua casa na mão da Báril.

Montanhas de areia para obras sem cobertura de lona não rimam com vento.

Final de semana de novembro rima com furadeira.

Piscina térmica não rima com sujeira.

Rede na varanda rima com sono da tarde.

Deu pra perceber que rimar não é nada fácil.

14 de nov. de 2011

QUE BONITO!


Não são fotos do nosso jardim que custava uma fortuna por mês para o condomínio. É a floricultura Ursula que nós visitamos no final de semana pra comprar algumas plantinhas para o nosso jardim "particular". O atendimento é excelente e vale o passeio.







Gartencenter Xangri-lá
Av. Paraguassú, 2268
Fone: (51) 3689-1927
ursulaxangrila@terra.com.br

QUE LIXO!


Já imaginou todo esse lixo acumulado nos fundos da sua casa? Imagino que essa casa não tenha dono ainda. Dois lixos pequenos assim para todo o Pacific? O verão vem aí. E lixo é coisa muito séria.

E pra que serve mesmo essa casa na entrada de serviço? Para um futuro zelador?







11 de nov. de 2011

LANÇAMENTO

A Báril lança mais um empreendimento no litoral. Pouco sabemos, mas imaginamos que seja em frente ao Las Dunas num terreno que parece ser da Báril.

Olhando assim, a gente até se encanta. Mas não há como esquecer a dificuldade de receber um produto no prazo e com qualidade. O sonho vira uma exigência interminável.

Desejamos o maior sucesso, mas recomendamos que os erros do Pacific não se repitam para os novos vizinhos desse lindo projeto.

Boa sorte Báril.

(51) 8409 4710

AHHHH FLORIDA!

http://www.floridatravellife.com/

ARIRI PISTOLA

http://www.ariripistola.com.br/

TOK GLASS


http://www.tokglass.com.br/home

9 de nov. de 2011

QUERO UMA CASA NO LITORAL





Meu desejo é ter uma casa no litoral gaúcho.

Não me aquieto até que cumpra meu objetivo. É uma espécie de aposentadoria, testamento emocional. Uma residência em Porto Alegre e outra para o veraneio. Fugiria nos dias quentes para o refrigério marítimo. Xangri-lá seria minha Isla Negra, onde escreveria as memórias e guardaria a coleção da revista Placar.

Desde adolescente, observo classificados à procura de barbadas. É surgir uma placa de “vende-se” no alto de uma janela que arregalo as sobrancelhas e decoro o número da imobiliária. No celular, deve existir mais de 30 números de corretores.

Sei que os filhos já cresceram, que não vale a pena manter um endereço fechado o ano inteiro para reabrir nas férias, que terei que pagar caseiro, taxas e impostos, que o melhor é viajar pelo país com o mesmo dinheiro.

Apesar das contraindicações, não desisto, teimo que quero e quero, como uma criança segurando chocolate no supermercado. Compenso a falta de argumentos com beiço.

– Você já parou para pensar o motivo de tanta vontade? – perguntou a amiga Diana Corso.

– Para descansar – respondi.

– Me engana que eu gosto, busca uma casa na praia para brincar de Interior.

Sua frase entrou na perna como um anzol. Ela me pescou, tirou o chão das palavras. Exata definição: ambiciono uma casa na praia para reaver a rotina simples e bucólica do interior do Estado, é meu modo de voltar a ser menino e não me preocupar com paranoia, travas, fechaduras, alarmes e cerca eletrônica.

É minha saudade do quintal, das roupas dormindo no varal, do mosquiteiro e das janelas abertas. É minha saudade da facilidade de fazer amigos, do chimarrão na varanda e de brigar sobre política com os vizinhos. É minha saudade de cumprimentar qualquer um que passa pela rua – qualquer um! – sem a necessidade de conhecer. É minha saudade de jogar cartas e rir novamente de piadas antigas. É minha saudade de preparar bolo de surpresa, de cultivar horta, de comprar veneno para formigas. É minha saudade de ser educado e pontual, do artesanato da vida, da carpintaria dos minutos.

Está explicada a adoração do gaúcho pela sua orla. A Estrada do Mar é o nosso túnel do tempo. O fanatismo pelas praias retilíneas é a possibilidade de retornar às origens, a uma época em que as crianças saíam a andar de bicicleta e apenas ressurgiam no jantar. E não havia o medo do pior, mas a confiança no melhor.

Ao passar pelo nosso litoral, vejo empresários cortando a grama, jogadores de futebol arrumando o telhado, pesquisadores varrendo a calçada, um mundaréu de gente morrendo de saudade, como eu, das discretas e deliciosas cenas domésticas e interioranas.

Fabrício Carpinejar


Publicado no jornal Zero Hora do dia 8/11/2011

7 de nov. de 2011

SORRIR OU NÃO SORRIR?





O que nos faz sorrir:


- os pasteis de camarão que os vizinhos Iris/Kao e D. Laura nos presentearam amavelmente no sábado.

- os simpáticos vizinhos Fernanda e Cristiano e sua competente tesoura para fazer "topiaria".

- o sol radiante de domingo.

- as fresquinhas noites com lua aparente.

- as lavandas que tomaram conta do nosso deck, dançando com o vento e perfumando o ar.

- o novo serviço de limpeza das casas feito pela Service Lar: (51) 8481 7353. Agende o seu.

- os pés de "pitanga-cereja" carregados de bolinhas vermelhas.

- o astral da proximidade do verão ao almoçar no Km1.

- fotografar um drink dividido com a família. E ainda produzir a foto com flores do Pacific.


O que nos faz não sorrir:

- o abandono da jardinagem.

- a troca do pessoal da portaria e segurança. Já havia intimidade, confiança, processos e boa educação.

- a limpeza das áreas comuns.

- a velocidade dos carros nas ruas com crianças. E não é por falta de sinalização. Os obstáculos colocados não são para fazer rallye.

- cães na beira da piscina.


O que nos faz chorar:

- os buracos da Av. Paraguassú sentido Capão da Canoa.

- o estado do trevo de acesso para Santa Teresinha/Tramandaí na estrada do mar.

- o estado da estrada em frente ao Maquiné, quase chegando na freeway.

- o estado dos painéis de publicidade fora da temporada. Durante o verão a Panvel tinha lindos painéis com casinhas de salva-vidas. Viraram um lixo na beira da estrada.

- o início da "deterioração" do Pacific. Dois anos depois, já começam a aparecer os sinais do tempo que a praia não perdoa.

- reuniões de condomínio onde a falta de educação é o que mais aparece.

- os intervalos que ainda estão com cara de obra entre os blocos das quadras (vide foto).


31 de out. de 2011

THIS IS MY HABITAT

This is my habitat. Em palavras bem brasileiras, meu cantinho preferido.
Uma campanha muito verdadeira da rede de lojas Habitat.






CAFÉ BONITO





HERMOSA AMIGA



Olha só a amigona Magali Moraes visitando as obras do "hermano" Casa Hermosa. Lembramos bem dessa fase. Agora já estamos na fase de trocar azulejos trincados, pagar chamada extra, descobrir que devemos IPTU, cobrar limpeza nos jardins, pedir para os vizinhos não andarem em alta velocidade pelas ruas, reduzir gastos....
Maga e família. Que fotos lindas num dia lindo. Não vejo a hora de trocarmos piscinas, churrascos e cafezinhos na bandeja. Que venha o verão!!!

22 de set. de 2011

SEM ÓLEO



"Boa tarde Sr. Claudio,
Fizemos a solicitação do diesel para a empresa Quero Diesel, com a promessa de entrega para o dia 15/09, o mesmo não foi entregue, fizemos diversos contatos com a promessa da entrega para o dia 16/09, 17/09.
É a primeira vez que ocorre isto com esta empresa, solicitamos a empresa uma carta com a justificativa do ocorrido.
Estamos fazendo a troca de empresa para o fornecimento do diesel.
Att.,
Carolina Peixoto
Assessora de Condomínios"

18 de set. de 2011

CARINHO





Nesse final de semana, nossas paredes ganharam mais arte. E nossos corações mais carinho. Arte e carinho. Que combinação boa. Foi isso que recebemos dos vizinhos e amigos Kao e Iris.

Amigos. A surpresa certamente será retribuída de várias formas. Hoje em dia, gentileza e carinho batendo na sua porta é uma raridade. A arte está nas nossas paredes e no nosso coração. Olha só como nossa escada ficou mais linda. Depois do banho de água fria da piscina "não térmica", nossos corações ficaram mais aquecidos.

Muito Obrigado.


BANHO DE ÁGUA FRIA



Nosso final de semana sem feriadão foi ótimo. Mas seria melhor ainda se a piscina térmica estivesse aquecida. Para nossa surpresa, o óleo não chegou justo num esperado feriadão? A água estava gelada.

Nossos finais de semana e feriados por lá são preciosos, contados nos dedos, suados, sonhados e muito planejados. Quando conseguimos ir, as crianças planejam um joguinho de tênis, muitas voltas de bicicleta, jogo de futebol, alguns arremessos na quadra de basquete... Queremos aproveitar tudo.

E a água estava gelada. Foi um banho de água fria. Amanhã é dia de ligar para a administradora e saber onde anda esse óleo que não chegou.

15 de set. de 2011

LEIA BEM O SEU CONTRATO


Futuros proprietários do Pacific ou qualquer outro empreendimento: leiam bem os seus contratos para que, futuramente, não tenham que receber cartas como essa.

Magali querida. Você, que vibra com cada tijolo no Casa Hermosa. Meus sogros, que recém se tornaram nossos queridos vizinhos. Estela, Eduardo, entre tantos outros amigos que levamos pra lá vendendo um local de sonho e prazer. Leiam bem os seus contratos. A vida de um consumidor imobiliário não tem sido só de prazeres e momentos de desncanso.




"Porto Alegre, 14 de setembro de 2011.


Prezado Proprietário,


Em virtude dos diversos questionamentos em relação ao comunicado sobre o IPTU das unidades do Pacific, voltamos a fazer contato para alguns esclarecimentos.


A intenção da Báril, juntamente com outras construtoras do litoral, é a de alterar a sistemática de cobrança do IPTU, somente para excluir os valores que estão sendo cobrados durante a obra. Nesse sentido, é importante ressaltar que não temos interesse algum em aumentar a taxa de IPTU, não sendo este o nosso objetivo junto à Prefeitura de Xangri-lá.


Lembramos, também, que respeitaremos os Contratos de Compra e Venda que possuírem a

seguinte cláusula:


DÉCIMA SEXTA - Desde a data da primeira entrega de unidade concluída, o(s COMPRADOR(ES) de unidades concluídas ficará(ão) responsável(eis) pelo pagamento de uma taxa de manutenção do condomínio referentes ao bloco em que estiver inserida, mesmo provisoriamente estabelecidas na forma do parágrafo segundo a seguir, bem como IPTU e demais impostos e taxas incidentes”.


Nesse caso, somente é de responsabilidade do proprietário as cobranças de IPTU a partir da data em que foi entregue a primeira unidade do bloco no qual sua casa está inserida.


Para maiores esclarecimentos entre em contato com o nosso Setor de Relacionamento.


Atenciosamente,


Báril – Produtos Imobiliários"

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