26 de jun. de 2011

DROPS FERIADÃO



- As promessas de luz na rua não foram cumpridas mais uma vez.

- Agora não temos mais aquela caixa de energia aberta e perigosa. Mas os postes e restos estão todos no chão. Agora vão ficar lá até quando?

- Do contrário, a rapidez da Báril em nos ligar tantas vezes para assinar a entrega dos reparos que ainda não fizeram é inversamente impressionante.

- Via Palladares - (51) 34 35 24 28 - foi o buffet organizado no Clube para o feriadão. No domingo, uma almoço delicioso com uma boa feijoada em um ambiente organizado. Parabéns pra quem mesmo?

- Reunião em pé e por muito tempo de alguns moradores no domingo. Não participamos. Quem participou?

- Muita chuva no final de semana e um domingo ensaiando céu azul, muito vento e frio.

- Em casa, vinho, velas e quase nada de amigos. E uma lindíssima e gostosa "bruschetta" feita com um pão especialmente comprado para tal na Carina Barlett. Veja a foto. A bruschetta é um antepasto italiano feito à base de pão, que é tostado em grelha com azeite e depois esfregado com alho. Há diversas variações, sendo bastante conhecida a bruschetta de tomate, que leva, por cima da fatia de pão, tomates e manjericão.

- Um cartão muito especial colocado na nossa porta. Da amiga Magali Moraes que foi passar o dia na quinta pra ver a sua casa no Casa Hermosa. Passou pelo Pacific para sentir o clima de um condomínio parecido e quase pronto. Sorte Magali! Espero que lá no Casa Hermosa a Báril tenha aprendido com o erros do Pacific. Veja a felicidade da Magali na foto tirada na sua casa já dando sinais de vida. Hermosa Maga!

- Um equívoco ou uma coincidência. Nunca ouvimos patrolas tão próximas dos muros na obra do Condomínio ao lado. Justo no feriadão? Teve gente que não dormiu nada sábado a tarde. A nossa casa, que não é das primeiras rente ao muro, tremeu.

- Dica para quem deixa o lixo em frente as casas ao ir embora no domingo. Se der, deixe o lixo diretamente nos containers nos fundos do condomínio. Nos dias de muito vento de inverno, eles saem rolando pela rua.

- Cada vez mais ficamos com vontade de fechar a parte dos fundos da casa. Seria bem mais utilizada.

- Na última semana, temos recebido muitos emails falando de atraso na entrega das casas. De dezembro de 2010 para julho de 2011, por exemplo.

- A poeira preta tem entrado nas nossas casa sem ser convidada. A obra do Condomínio Celebration está em ritmo acelerado.

- Os primeiros "brotinhos" de lavanda resolveram dar flor e exalar seu cheirinho ainda tímido no nosso minúsculo jardim. Agora vai.

- Retornamos cedo e com sol no domingão. A claridade do dia nos inspira a pergunta: quando teremos claridade durante a noite na nossa rua?

- Frase enviada pela vizinha Mariangela Cardoso que vai receber a sua casa em julho:
"O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."

20 de jun. de 2011

BIKE & BIKE & BIKE.














CORES DA NATUREZA.

PEIXES NO LAGO.


É grande a quantidade de peixes no nosso lago. E de tamanhos bastante variados. Acredite. Tem peixe grande por lá. E andam sendo bem alimentados pelas crianças. Uma ótima diversão.

Quadro de Coca Rodriguez Coelho.

NÃO DÁ PRA NÃO PENSAR.



Vem aí um feriadão. Para nós, nada mais do que um final de semana. Um dia conquisto a independência de mandar nas minhas sextas-feiras úteis. Aquelas que o Brasil mata pra curtir uma folga.

"Benza Deus" que tenhamos sol. Mas precisa fazer aquele sol com céu azul e tempo ameno. Sem vento e com as crianças soltas como no verão. Com vai e vem de carros na velocidade certa, quadras de tênis lotadas, cães felizes gastando as unhas no asfalto e bicicletas dando muitas voltas na quadra central.

Só assim, teremos como distrair nossas preocupacões com a situação do nosso belíssimo condomínio. Só com eventos de recreação e cardápios apetitosos no restaurante do Clube. Só com aquela "lagarteada" no sol, aquele chimarrão e um bom "vinhozinho" com amigos.

Será que dá pra esquecer?

Será que dá pra esquecer que ainda não temos luz nos postes da nossa quadra? Há cinco meses.

Será que dá pra esquecer que ainda não temos nada no terreno do nosso Paradouro?

Será que dá pra esquecer que o Pacific está com um saldo negativo altíssimo que aumenta assustadoramente a cada mês?

Será que dá pra esquecer que recebemos um documento para assinar dando como concluídos (sem terem sido feitos) os reparos listados na vistoria de cinco meses atrás?

Será que dá pra esquecer....

Vamos tentar esquecer tanta coisa.

Vamos precisar de amigos, bons vizinhos e... boas garrafas de vinho.

Bom feriado. Ou feriadão.

29 de mai. de 2011

VALE MUITO

























Vale muito ter essa revista em casa.
Qualidade gráfica e conteúdo pra ler
e guardar com carinho.

LINDO DE DIA. ESCURO DE NOITE

Mais um final de semana sem luz nos lindos postes. Tão bonitos durante o dia.

FOTO OBTIDA NO DIA 29/05/11

A foto é a mesma. A semana é outra. E nada da "linda caixa" ir embora. E nada de luz nos nossos postes. Levamos o administrador do condomínio ao local no dia 22 de maio. ????????

23 de mai. de 2011

TEXTO DA MAGALI MORAES.























RENOMEANDO

Desde que me conheço por gente, tenho medo de cachorro. Foi herdado junto com as coxas grossas. Com o passar do tempo, nem as coxas afinaram e nem o medo passou. Mesmo assim, tive uma infância normal e uma adolescência tranquila. Consegui ter amigos, me formar, namorar, casar, procriar.

Esse medo só começou a atrapalhar na vida adulta. Não por causa dos cachorros, bem ou mal a gente se entende. O problema são os adultos. Como pode uma mulher crescida ter medo de cachorro?! É inaceitável, politicamente incorreto, quase uma falha de caráter, uma afronta. É como se eu ainda andasse de bicicleta com rodinhas.
Tem os que acham graça desse meu medo e sacodem os ombros, certos de que existem coisas bem mais importantes para resolver. E tem uma facção que se dispõe a me curar, desde que eu tope interagir com seus inofensivos pets. Vá explicar que não é assim que funciona? Detectar um ser peludo a poucos metros de distância mexe com todo o meu metabolismo.

Por uma dessas ironias da vida, casei com um homem que adora cães e estamos juntos até hoje, apesar de eu nunca ter cedido às suas súplicas. A única concessão foi comprar um dócil cãozinho de pelúcia quando descobrimos que teríamos o primeiro baby. Antes que você pense que passei adiante a maldição, posso afirmar que meus filhos convivem pacificamente com o mundo animal. E, sendo sincera, eles gostam. Aproveito para agradecer em público a todos os amigos do Rafael e do Fabio que possuem animais de estimação e fazem a gentileza de suprir essa carência.

Tenho a sensação de que não sou a única adulta com medo de cachorro (extensivo a gatos, peixes, coelhos, tartarugas e hamsters). Falando nisso, nunca vi donos de gato ou peixe dizerem “Ele não morde”. Essa frase, repetida à exaustão pelos proprietários de cães, não surte o menor efeito em pessoas como eu. Parece slogan de campanha política: desgastado e desacreditado. Eu preferia que algum dono de cachorro falasse a verdade: ”Ele não me morde, agora quanto a você... sei lá”.

Esses dias, em mais um confronto canino, tive uma epifania. Ao entrar no meu condomínio e dobrar em direção aos elevadores, fui surpreendida por três salsichas sem coleiras (sei que rottweilers seriam realmente ameaçadores, mas concentre-se na quantidade: 3!!). Minhas pernas travaram, eu poderia ter passado o resto do dia ali congelada feito bife no freezer. Devo ter feito uma cara de apavorada além do normal. Dei a explicação de praxe e meu vizinho foi taxativo:
-É fobia.

Sem dizer mais nada, ele afastou com o pé seu exército de salsichas. Solidário, abriu caminho para eu passar. Naquele momento, entendi tudo: eu estava usando a palavra errada. Adulto pode ter medo da violência, da inflação, do leão do imposto de renda e olhe lá. Ter medo de cachorro é coisa de criança. O que um adulto esclarecido tem é fobia. Quantas quiser. Fobias são compreensíveis, contemporâneas, simpáticas, urbanas, modernas. Hoje em dia quem não tem uma fobiazinha para contar?

Meu medo estava desatualizado. Precisou ser renomeado para ser aceito socialmente. Era como se eu ainda falasse em vitrola ou calça de brim coringa. Por isso, ninguém entendia. Não sei o nome do vizinho, qual é seu apartamento, se é psiquiatra ou decorador. Não importa. Graças a ele, estou curada. Não tenho mais medo de cachorro. Agora tenho fobia.


Texto da amiga Magali Moraes publicado no caderno Donna de 22 de maio de 2011.

20 de mai. de 2011

TEMPO RUIM


Estamos seriamente preocupados com a situação financeira de nosso condomínio.
Nosso saldo devedor, que em março/11 era de R$ 185.590,86, passou a R$ 311.626,55 em abril/11.

Há, portanto, um deficit do valor de uma casa. O valor que arrecadamos com as cotas condominiais em abril é R$ 22.806,61, o suficiente para pagarmos somente um ítem de nossas despesas mensais, no caso a CORSAN, valor de R$ 22.384,87.

E, quanto as demais despesas, como:

- Serviços de Portaria: R$ 52.286,00

- Manutenção dos jardins: R$ 13.830,00

- Faxineiras: R$ 15.220,00

- CEEE: R$ 12.594,22

- Gestão Total: (???) R$ 7.700,00

- Juros sobre o saldo devedor:
(pasmem) R$ 11.186,12

E outros ítens de valores menos significativos.

Ficam as Perguntas:

1- Quem cobra as cotas de condomínio dos inadimplentes?

2- O que a Baril paga de condomínio das unidades que deveriam ser entregues em dezembro/10 e da Segurança, já que participa com a utilização da entrada principal da manutenção de seu posto de vendas das unidades e entrega de mercadorias de menor peso e também por manter vigilância em outros pontos do condomínio paga por nós, utilizados para entrega de material das obras e entrada de pessoal de serviço?

3- A quem cabe a responsabilidade das despesas de manutenção das salas do posto de vendas e do escritório dos engenheiros?.

4- Onde estão nossos representantes do condomínio e membros do Conselho Fiscal nomeeados em assembléia?
Fica, portanto, nossa preocupação com o destino de nosso Pacific, cujo déficit por certo não será absorvido e relevado pela imobiliária. É tudo conosco.

É triste fazer um "post" trazendo a público todos esses dados. Deveríamos ter o Pacific para momentos de prazer e descanço. Um probleminha lá, outro aqui seriam normais e comuns. Mas acho que temos um problemão pela frente.

Colaborou nesse post o Sr. Antonio Ernesto Diel - Casa 62

16 de mai. de 2011

FOTO OBTIDA NO DIA 13/03/2011

FOTO OBTIDA NO DIA 15/05/2011


Até quando vai ficar assim?

BREU


Vale lembrar, que já pagamos condomínio.

Vale lembrar, que passados cinco meses da nossa entrega, a Quadra 05 ainda está em obras.

Vale lembrar, que ainda temos fios de eletricidade cruzando nossa área dos fundos.

Vale lembrar, que há 3 semanas, houve uma vazamento de água "grave" nas casas vizinhas 137 e 138.

Vale lembrar, que por sorte, nenhuma dessas casas estava habitada.

Vale lembrar, que uma caixa provisória de eletricidade continua aberta e com fios a mostra no final da nossa rua. (vide foto do post acima)

Vale lembrar, que a sujeira e os instrumentos de obra ainda dividem espaço com moradores que receberam suas casas há cinco meses. (vide foto)

Vale lembrar, que há cinco meses temos apenas as luzes dos postes acesas na quadra (06) da frente.

Vale lembrar, que neste último final de semana não tínhamos luz em nenhum poste da rua entre a Quadra 05 e 06. Escuridão total.

Vale lembrar, que a piscina térmica está bacana. Mas seus banheiros ainda estão com sujeira de obra.

Vale lembrar, que finalmente foram colocados os móveis em frente a lareira da rua.

Vale lembrar, que daquela lista feita no dia da entrega da casa, pouco foi feito. Não eram 10 dias?

Vale lembrar, que a ausência de banheiros na quadra de tênis é um absurdo.

Vale lembrar, que chega de colocar adesivos nas fechaduras das portas vendendo telas mosqueteiras.
Caso você queira as telas, guarde o número: 93 66 56 90 -http://www.deralf.com.br

Vale lembrar, que estamos no dia 16 de maio e não somos respeitados como moradores (sazonais ou não). Está mais do que na hora de ter uma quadra 100% pronta e entregue.

Vale lembrar, que a maioria dos fornecedores também trabalha nesse ritmo lento. Ainda temos serviços contratados por nós mesmos que estão inacabados.

Vale lembrar, que no último final de semana colhemos lindos alfaces na horta.

Vale lembrar mais uma vez, que quase meio ano se passou depois que "recebemos" nossa casa.

Vale lembrar, que ainda teremos muita obra até tudo estar 100% pronto. E isso poderia ser melhor administrado.

Vale lembrar, que iremos no próximo final de semana. Esperamos que a luz nos ilumine nos nossos tão lindos e decorativos postes.
Que Deus nos ilumine.










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